TODOS OS ANIMAIS MERECEM TER SUAS VIDAS RESPEITADAS…

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Arte de Pawel Kuczynski’s que critica o comportamento especista dos seres humanos

O veganismo é muito radical?

 Por: David Arioch

Vez ou outra, alguém me diz que considera o veganismo muito radical. Sob a perspectiva de que o veganismo é uma grande mudança na vida de alguém, concordo naturalmente. Porém, não é radical o ato de comer animais? Seres que tinham vida, respiravam, se emocionavam? Claro que é uma questão cultural o consumo de carne, mas ninguém pode dizer que não há diversidade ou boas fontes nutricionais na alimentação vegetariana.

De acordo com o botânico John Warrer, autor do livro “A Natureza dos Cultivos”, há 300 mil vegetais comestíveis na natureza, logo isso significa que não é por falta de opções que as pessoas não deixam de comer carne, mas sim porque colocam o próprio paladar, os próprios hábitos alimentares, em primeiro lugar.

Ademais, uma dieta básica vegetariana é muito mais barata do que uma dieta baseada em carnes e laticínios. Creio que não seja necessária nenhuma pesquisa científica para provar isso. Basta passar em feiras, mercados e açougues e fazer as devidas comparações. Eu, por exemplo, às terças-feiras compro até mais de dez quilos de vegetais, frutas, legumes e tubérculos com cerca de R$ 25. Compare isso com o preço da carne, por exemplo, e avalie o custo/benefício.


Via: O veganismo é muito radical? | David Arioch – Jornalismo Cultural

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Autor: Cida Pereira

Formada em Letras com habilitação em Tradutor e Intérprete, sempre amei a leitura, a escrita e a tradução. Sendo uma sensitiva empata, para melhor compreender esses dons, passei a me interessar especialmente por assuntos espirituais a partir dos anos 80, iniciando com o Espiritismo de Alan Kardec, em seguida pelos ensinamentos de Ramatís. Logo fui conduzida à Filosofia Oriental Chinesa, quando com a prática do Tai Chi Chuan passei a conhecer também o Taoísmo e a minha maior paixão o I Ching, cujo estudo e prática me trouxeram muitos conhecimentos sobre os ensinamentos de Mestre Confúcio em seus comentários no mais sábio dos livros. Me aprofundando mais na Filosofia Oriental, conheci o Budismo Indiano, o Tibetano e o Zen, bem como a doutrina hindú através do Bhagavad Gita. Por toda essa peregrinação através de inúmeras palestras, vivências e iniciações (Reiki até Nível III, inclusive) e de estudos dos Livros Sagrados de várias religiões percebi que Deus é único e está dentro de nós. Por isso não me apego a nenhuma religião. Minha busca é a recuperação da conexão com a Essência Divina que permeia a tudo e a todos, que nos faz sentir unos com tudo e com todos, como somente Deus pode ser. Meu intuito é a conscientização espiritual, através da leitura e da escrita, que compartilho com vocês e convido a todos a participar, onde a reconexão com o Criador é a prioridade maior, onde o reconhecimento de sermos uma Centelha de Sua Luz nos leva a recuperar o que perdemos e a cocriar uma nova realidade na Terra.

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