VEGETARIANO OU VEGANO?

A preocupação crescente com a saúde, o meio ambiente e o respeito aos direitos dos animais, faz com que o cuidado com a alimentação seja tratado com cada vez mais atenção. Para se ter uma ideia, apenas no Brasil, são mais de 15 milhões de pessoas que não consomem carne, conforme atestou pesquisa realizada pelo…

via Entenda as diferenças entre o veganismo e o vegetarianismo — CicloVivo

CÃES DE RUA: ACREDITE, ELES NÃO EXISTEM NA HOLANDA!

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Holanda, sem cães de rua

Por: Meus animais

 

A existência de cães de rua exibe um dos problemas menos valorizados que existem no mundo. Mesmo que os cães estejam expostos a sofrerem muitos tipos diferentes de mal, em muitos países, isso continua sendo visto como algo que não é necessária uma solução.

Felizmente, nem todos os países pensam assim. Existem nações que tomaram diferentes tipos de medidas que permitem oferecer ao melhor amigo do homem uma vida mais digna e afastada dos muitos maus que podem vir a sofrer um cão quando ele está sem família e sem lar.

Um desses países é a Holanda, país que obteve o impressionante título de não ter cães de rua. Este fato significou um autêntico exemplo de humanidade e amor para com os nossos melhores amigos de quatro patas.

Se você não sabia sobre essa admirável realidade holandesa, a seguir lhe contaremos um pouco mais sobre ela.

Conscientização

cães de rua

Como é de se imaginar, uma das razões mais importantes para que nesta nação não existam cães de rua é o alto nível de compromisso que têm seus habitantes. Tanto para com os cães como para com os outros seres vivos, eles veem o maltrato animal como um crime tão deplorável como qualquer outro.

É que na Holanda, assim como ocorre em outros países europeus como a Inglaterra, o cão é tratado da mesma forma que a um ser humano. Este fato faz com que quando uma família tem um cão, ele nunca seja considerado como um simples animal, mas sim um outro membro da família tão importante como um filho.

Como é de se supor, os direitos dos animais são tão fundamentais como o das pessoas. Esta situação é que faz da Holanda seja uma das nações mais admiráveis na forma em que tratam a outras espécies.

História dos cães de rua

Apesar da admirável mentalidade dos holandeses quanto a este tema, o certo é que ela não se desenvolveu da noite para o dia. É imprescindível explicar as raízes que trouxeram como consequência a feliz realidade que os cães desfrutam atualmente neste país.

Algumas dessas raízes datam do século XIX, quando a quantidade de cães de rua que existiam na Holanda era tão grande ou maior que a que recentemente pode existir na Tailândia.

Este fato trouxe como consequência um preocupante surto de raiva entre a população holandesa daquela época, provocada pelas escassas medidas de saúde.

A razão pela qual existiam tantos cães vivendo nas ruas foi a popularização da compra de cães de raça.

Esta situação chegou a um ponto tão extremo que o Governo optou por cobrar altos impostos de quem tivesse um destes animais. Isso fez com que os donos decidissem por jogá-los na rua por não poderem pagar.

“A partir desta terrível situação em que também foi vítima o melhor amigo do homem, surgiram, no ano de 1886, as primeiras associações para a proteção animal, as quais lutaram fortemente para que fossem oferecidas aos animais o trato digno e justo que eles merecem.”

Leis e medidas atuais

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Longe de ser um intento infrutífero para proteger estas espécies, o sucesso dessas associações foi o que gerou a atual realidade da inexistência de cães de rua na Holanda.

A partir da luta daqueles que decidiram se solidarizar com a causa animal, foi estabelecida uma série de leis no século XX que foram fundamentais.

A mais importante destas é a Lei de Saúde e Bem-estar animal. Trata-se de uma punição exemplar que é de uma multa de 17 mil euros ou 3 anos da prisão para qualquer pessoa que atente contra um animal de estimação.

Também, o Governo estabeleceu medidas de prevenção, como campanhas de esterilização, para evitar que qualquer cão passe a viver nas ruas.

Este país conta ainda com numerosas associações que tiram os cães das ruas para lhes oferecer cuidados e para posteriormente colocá-los em adoção.

 

Veja mais em: Meus Animais | Cães de rua: Eles não existem na Holanda!

VEGETARIANO? POR QUE NÃO?

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Você já pensou se se tornar vegetariano?

Por: Daiana Barasa
em 17 Ago 2015

 

Conheça algumas curiosidades sobre este estilo de vida

Uma pesquisa recente realizada pela Universidade Adventista de Loma Linda, localizada nos Estados Unidos, comprovou que um estilo de vida vegetariano pode aumentar a expectativa de vida em 5 até 10 anos de vida. Esse estudo foi realizada com 75 mil pessoas em cinco anos.

Já uma pesquisa britânica realizada pela Universidade de Oxford, comprovou que a dieta vegetariana pode reduzir os ricos de doenças do coração em até 32%, essa pesquisa foi realizada com aproximadamente 45 mil pessoas.

E claro, sem contar nos benefícios estéticos, porque é um tipo de alimentação que previne o sobrepeso.

A carne vermelha mesmo representando um importante alimento do grupo de proteínas  gera controvérsias no que se refere à saúde.

Estudos já revelaram quais os principais malefícios que o consumo da carne vermelha podem trazer à saúde, dentre eles, se destacam:

Acredita-se que a flora bacteriana se altera com o consumo frequente de proteína animal e assim, não consegue conter as toxinas alimentares para posterior eliminação por meio do intestino grosso, assim, essas toxinas iriam para a corrente sanguínea, o que poderia desencadear até mesmo em alterações no sistema nervoso central.

Outra afirmação é que as toxinas animais teriam o poder de desregular o metabolismo dos carboidratos e consequentemente poderia desencadear o surgimento da diabetes.

Além da proteína, não há mais o que se aproveitar da carne vermelha, o que restam são toxinas, que segundo pesquisas científicas poderiam causar doenças cancerígenas.

Outras situações também são consideradas como o sofrimento dos animais antes do abatedouro. A vaca, por exemplo, tem o poder de “sentir” quando será abatida e isso gera medo no animal. Como é possível desfrutar do consumo da carne vermelha considerando as circunstância em torno da morte de um ser vivo?

Pitágoras acreditava que os homens que matavam animais eram mais propensos a matarem seus semelhantes humanos do que aqueles que se alimentavam de vegetais.

É possível conferir ao organismo proteína por meio de alimentos de origem vegetal como tofu, sementes oleaginosas, soja, entre outros.

Você mudaria seu estilo de vida ou pelo menos repensaria após estas considerações?

 

Fonte: Sare Drogarias | Notícia | Você já pensou se se tornar vegetariano?

 


Como tornar-se vegetariano

por Sociedade Vegana
em julho 27th, 2010

Vegetarianismo é o hábito alimentar que faz uso de produtos e ingredientes exclusivamente de origem vegetal, com abstenção de todos os ingredientes de origem animal. A adoção do vegetarianismo pode ser vista por muitos como uma restrição alimentar ou uma inconveniência social. Essa visão, porém, é enganosa. A retirada de apenas alguns poucos itens da dieta (carnes, leite, ovos, mel, etc) apenas pode parecer uma restrição alimentar para populações que restringem sua alimentação a esses poucos itens.

Vegetarianos tendem a se alimentar com uma variedade maior de itens do que não-vegetarianos e isso por si torna o vegetarianismo uma dieta menos restritiva do que a dieta convencional. Por esse motivo enfatizamos que o vegetarianismo não significa apenas a exclusão da carne, do leite e dos ovos da dieta, mas significa também a inclusão de outros itens alimentares talvez ainda nem conhecidos.

Como fazer substituições?

As primeiras perguntas que ocorrem a uma pessoa defrontada pela primeira vez com o vegetarianismo são “Como substituir a carne?”, “Como substituir os ovos?”, “Como substituir o leite?”

Faz-se necessário esclarecer que no campo nutricional essas substituições são absolutamente desnecessárias. Com exceção da vitamina B12, que pode ser fornecida na forma de suplementos ou de alimentos fortificados, não existem outros nutrientes que estejam presentes apenas em alimentos de origem animal e que não possam ser obtidos nos alimentos de origem vegetal. Portanto, quando falamos em substituições estamos falando pelo ponto de vista gastronômico.

A combinação de feijão com arroz e uma boa salada é perfeita para satisfazer as necessidades nutricionais dos brasileiros. Mas alimentação é mais do que nutrição, envolve hábitos, preferências e conveniência.

Pratos vegetarianos podem ser preparados com ingredientes pouco convencionais, seguindo combinações pouco usuais e preparações complexas, mas também podem ser preparados de forma simples, tradicional, utilizando ingredientes facilmente disponíveis. Essa é uma questão de disponibilidade e preferência pessoal.

Adaptando seu cardápio

Famílias onívoras tendem a utilizar não mais do que dez pratos que se repetem sucessivamente. A maioria desses pratos podem ser facilmente adaptados ao vegetarianismo; os que não podem ser adaptados podem ser substituídos por outros pratos.

Uma forma bastante fácil de se tornar vegetariano é analisar seu cardápio atual. Nesse ponto, algumas perguntas devem ser feitas. “Eu me alimento bem?”, “Meu cardápio é suficientemente variado?”, “Dos alimentos vegetais, quais são aqueles que mais me agradam?”.

Em segundo lugar faz-se necessário identificar quais alimentos consumidos atualmente já são vegetarianos: feijão, arroz, macarronada, salada, sopa… É possível que esses alimentos não sejam realmente vegetarianos, pois em muitas casas o feijão é preparado com bacon ou banha, ou a massa de macarrões pode ter ovos, mas isso pode ser facilmente adaptado ao vegetarianismo.

Por exemplo, o macarrão com ovos e molho de tomate com carne moída pode ser substituído por pasta de sêmola sem ovos com molho de tomate, cebola e salsa; o feijão pode ser preparado com óleo de soja…

Em terceiro lugar, pode-se criar a variedade dentro desses alimentos já consumidos, ou seja, pode-se enriquecer ainda mais a dieta. Assim, uma família que sempre consuma feijão carioca pode as vezes consumir outras leguminosas (outras variedades de feijão, lentilhas, grão-de-bico, favas, etc), o arroz as vezes pode ser preparado junto ou substituído por outros cereais (arroz selvagem, trigo sarraceno, quinua, etc), a macarronada pode ser preparada com carne de soja ou creme de leite de soja, o presunto e o queijo podem ser tirados das saladas, que podem receber outros ingredientes antes não utilizados (rúcula, acelga, couve, almeirão, escarola, rabanete, etc); a sopa pode receber novos temperos e ser enriquecida com cubos de tofu.

Em quarto lugar, a substituição efetiva dos alimentos de origem animal da dieta. A necessidade de “substituição” de carne, leite, ovos, mel, etc se dá mais em um contexto sensorial do que nutricional. Conforme explicado anteriormente, feijão, arroz e uma boa salada são suficientes para satisfazer a maior parte de nossas necessidades nutricionais.

Porém, por diferentes motivos, as pessoas não-vegetarianas associam que um prato sem carne, frango, peixe, omelete ou queijo é um prato deficiente, cuja carência necessita ser suplementada. Essa carência é apenas aparente, mas por motivos culturais parece importante que novos vegetarianos encontrem no mercado formas de amenizar essa sensação de carência.

Assim, pode-se encontrar no mercado substituintes da carne animal com qualidades sensoriais que se assemelham a elas em diferentes preparações. São essas as proteínas vegetais texturizadas (PVT), em geral obtidas da soja e do glúten de trigo. Há PVTs pré-preparadas para se assemelharem em gosto e textura a diferentes cortes de carne, frango e peixe.

Leites vegetais, igualmente, podem se assemelhar sensorialmente ao leite animal, especialmente em preparações onde não sejam consumidos puros. Leites podem ser obtidos da soja, de cereais como arroz, aveia e gergelim, de castanhas, de amêndoas, de sementes de girassol, etc. Em preparações como bolos pode-se utilizar o leite de coco ou mesmo água, o que não interfere no resultado final.

Os ovos, quando utilizados em preparações, tem o mero propósito de conferir liga às massas. Nas receitas que pedem um ou dois ovos, muitas vezes esses podem ser substituídos por duas colheres de sopa de água para cada ovo. Outra opção é utilizar uma ou duas colheres de sopa de óleo vegetal para cada ovo ou ainda entre 30 e 50 gramas de tofu para cada ovo.

Em receitas cujo propósito seja realizar uma mucilagem com ovos, como aquelas que utilizam claras, cada ovo deve ser substituído por uma colher de sopa cheia de sementes de linhaça trituradas com ½ xícara de café de água quente

Uma alternativa empregada, especialmente no caso de alimentos a serem fritos à milanesa, é passar o alimento a ser preparado em uma mistura contendo uma colher de sopa de farinha de soja ou farinha de milho adicionadas de duas colheres de água para cada ovo. Substitutos dos ovos de origem vegetal estão disponíveis no mercado, geralmente em formulações em pó.

Em quinto lugar, o novo vegetariano deve buscar por novas receitas que melhor se adequem às suas preferências pessoais. Há no mercado livros de receitas vegetarianas desenvolvidos para atender a todos os gostos: Pratos rápidos, regionais, internacionais, étnicos, voltados para dias de festa, feriados religiosos, doces, bolos, pizzas, etc. Igualmente, muitos sites disponibilizam receitas na internet. Recomenda-se que os iniciantes optem por livros e sites produzidos em seus países, atendendo às preferências, peculiaridades e à disponibilidade de ingredientes locais.

Alimentando-se na rua

Com frequência, o principal empecilho à adoção do vegetarianismo é a percepção de inconveniência em se alimentar fora de casa. Pessoas que almoçam regularmente fora de casa e que não dispõem de facilidade de frequentar restaurantes vegetarianos podem considerar impossível adotar esse hábito alimentar.

Na prática, porém, um vegetariano pode se alimentar bem mesmo quando se vê obrigado a comer fora de casa e não dispõe de restaurantes vegetarianos por perto. Isso é verdadeiro especialmente em restaurantes self-service, mas alguns cuidados devem ser tomados em relação à preparação de alimentos, se eles são preparados com banha ou óleo vegetal. Mesmo churrascarias dispõem de um bufê de saladas repleto de opções para vegetarianos, além de outras opções.

A possibilidade de comer carne, queijo e ovos parece alterar a percepção das pessoas para as possibilidade de não comê-los. Com frequência, pessoas que pegam esses itens em um restaurante deixam de perceber a existência de tantos outros que não contém ingredientes de origem animal.

Há muitos sites na internet que informam sobre a existência de restaurantes vegetarianos e amigáveis para vegetarianos disponíveis em cada localidade.

Certamente o vegetarianismo não é uma corrente dietética restritiva, pelo contrário, o vegetarianismo é uma corrente dietética cheia de possibilidades.

 

Fonte: Como tornar-se vegetariano – Sociedade Vegana

TODOS OS ANIMAIS MERECEM TER SUAS VIDAS RESPEITADAS…

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Arte de Pawel Kuczynski’s que critica o comportamento especista dos seres humanos

O veganismo é muito radical?

 Por: David Arioch

Vez ou outra, alguém me diz que considera o veganismo muito radical. Sob a perspectiva de que o veganismo é uma grande mudança na vida de alguém, concordo naturalmente. Porém, não é radical o ato de comer animais? Seres que tinham vida, respiravam, se emocionavam? Claro que é uma questão cultural o consumo de carne, mas ninguém pode dizer que não há diversidade ou boas fontes nutricionais na alimentação vegetariana.

De acordo com o botânico John Warrer, autor do livro “A Natureza dos Cultivos”, há 300 mil vegetais comestíveis na natureza, logo isso significa que não é por falta de opções que as pessoas não deixam de comer carne, mas sim porque colocam o próprio paladar, os próprios hábitos alimentares, em primeiro lugar.

Ademais, uma dieta básica vegetariana é muito mais barata do que uma dieta baseada em carnes e laticínios. Creio que não seja necessária nenhuma pesquisa científica para provar isso. Basta passar em feiras, mercados e açougues e fazer as devidas comparações. Eu, por exemplo, às terças-feiras compro até mais de dez quilos de vegetais, frutas, legumes e tubérculos com cerca de R$ 25. Compare isso com o preço da carne, por exemplo, e avalie o custo/benefício.


Via: O veganismo é muito radical? | David Arioch – Jornalismo Cultural

QUE DESCULPA VOCÊ VAI DAR PARA NÃO FICAR MAIS COM ELE?…

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AS DESCULPAS MAIS ESFARRAPADAS PARA ABANDONAR UM ANIMAL

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Ter um animal é para vida toda! NÃO ABANDONE! ADOTE! UNIAOZOOFILA.ORG

 


 

Via: Facebook.com | Cantinho animal | AS DESCULPAS MAIS ESFARRAPADAS PARA ABANDONAR UM ANIMAL