UM TRABALHO CONJUNTO DO HOMEM COM A NATUREZA…

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Agroflorestas – A agricultura do Futuro

Por: Tulio Kengi Malaspina em Vida Verde

 

Para nós, brasileiros, a coisa mais comum de se ver pelas terras do nosso país é a monocultura de plantas que ninguém come, como a cana de açúcar, eucalipto e soja. Sabemos que a cana é combustível, o eucalipto é madeira e a soja é alimento das vacas, essa última nós comemos.

Não é novidade para ninguém (ao menos não deveria ser) que a monocultura extensiva agride o solo e o ecossistema, causando um desequilíbrio no ambiente, o que gera mudanças climáticas e na composição do solo.

Dessa forma, os agricultores usam cada vez mais fertilizantes para suprir a falta de nutrientes, o que volta a agredir o solo e, pior, o lençol freático. Estudos de solo na Amazônia classificaram-no como arenoso, ruim, pobre. E como se explica que todas aquelas plantas possam retirar nutrientes desse solo pobre?

A resposta está no sistema que as plantas criam com sua biodiversidade, nutrindo o solo com matéria orgânica, gerando um ambiente ideal para os animais, que participam da fertilização das novas plantas e ainda o controle da temperatura dentro do ambiente protegido pelas árvores. Essa biodiversidade é uma capa proteção viva para proteger a vida dos seus habitantes.

Agroflorestas

Durante os últimos anos tenho ouvido muito falar sobre um cultivo diferente, que é baseado na produção de um sistema similar ao de uma floresta para que as plantas possam se ajudar na formação de um ecossistema biodiverso ideal para o cultivo em qualquer solo brasileiro, até mesmo os mais áridos.

Essa técnica, conhecida como Agroflorestação, parte do princípio de utilizar a característica de cada planta, desde grandes árvores até trepadeiras e hortaliças, para a criação de um ecossistema completo, aumentando muito a produtividade de cada metro cúbico de terra. A técnica também leva em conta a região da plantação, adotando plantas nativas ou de fácil adaptação.

Entrevista com Ernest Göestch

Leia uma entrevista com Ernest Göestch uma das autoridades no assunto  realizada pelo Jornal da Biosfera.

JBio: Tecnicamente a agrofloresta é viável?
Ernst: Não só viável, como de menor custo e maior lucro. As técnicas tradicionais de agricultura, como o fogo, a capina e o arado são substituídas por uma convivência harmoniosa e criativa com as espécies, que cria um sinergismo lucrativo. O que regra as relações é que cada espécie aumenta a quantidade e qualidade de vida se cada uma cumprir a função prevista para ela. O homem não é inteligente, ele faz parte de um sistema inteligente. Se trabalharmos com o potencial dos sistemas, a presença humana deixa de ser inoportuna. Trata-se simplesmente de criar plantações com dinâmica parecida com os ecossistemas locais.

JBio: Na prática, como funciona o sistema de agrofloresta?
Ernst: Um principio é a diversidade , outro é o uso dinâmico da sucessão natural. No mesmo dia e local em que plantássemos o arroz, plantaríamos o milho, bananas, mandioca, guandu e mamão, todos em densidade como se fossem para monocultivo e árvores de todo tipo, em alta densidade, dez sementes por metro quadrado. A agrofloresta é um ser vivo, que tem relações de criadores e criados, os que tem ciclo de vida curto são criadores, como milho, feijão e mandioca. Os criados são os de ciclo longo, as árvores, por exemplo. Usamos uma estratégia revertida, principalmente em terrenos que não estão preparados. Começamos com as espécies menos exigentes, ao contrário do processo habitual, que parte da queima e uso da terra até seu esgotamento. A queimada leva a uma escala descendente de aproveitamento do solo, com plantio de espécies exigentes nos primeiros anos, um esgotamento rápido do solo e o plantio de espécies cada vez menos exigentes. Sem a queima, o processo é revertido, enriquece-se o solo com as espécies menos exigentes e inicia-se a capitalização para o plantio posterior das espécies mais exigentes.

JBio: A agrofloresta pode dar resposta a uma agricultura voltada para o consumo de massas?
Ernst: Sim. Uma grande empresa multinacional, há três anos, concluiu que agricultura não deve ser negócio para grandes empresas, mas para pequenos produtores, agricultura familiar. Passaram a investir em seringais consorciados em agroflorestas, com cacau, açaí e produtos de subsistência. Aliado às espécies silvestres, o homem teria muito mais oferta protéica, inclusive, do que criando bois. Sem o uso de fogo, que é uma ironia, porque resulta na expulsão da espécie humana. As pesquisas indicam que a implantação de agroflorestas não diminui a produtividade relativa de cada espécie plantada. Uma experiência na Bolívia resultou em quatro a cinco por cento menos de arroz do que se fosse em monocultivo, mas três meses depois, colheu-se o mamão, mais três meses, sem nenhum trabalho além de colher, obteve-se uma segunda colheita pequena de arroz, com um ano e dois meses veio a banana, depois a mandioca, com dois anos e pouco os primeiros cacaueiros, e com quatro anos os primeiros resultados florestais, em frutíferas e madeiras.

JBio: Uma mudança mais geral nos paradigmas da agricultura, na direção destes princípios agroflorestais. Você acha possível? Em quanto tempo?
Ernst: As mudanças de paradigmas são processos lentos e são favorecidos por pressões da própria natureza. No Brasil, com seus ecossistemas ricos, os riscos de colapso podem demorar, mas existem sinais claros de que chegarão. É mais gratificante ver numa agrofloresta próspera o superávit e a função humana como dispersora e não devastadora. Existem experiências centenárias, como a cafeicultura sombreada na América Central, consorciada a cítricos e diversas árvores, derrubados como obsoletos e substituídos por sistemas de monocultura. Agora teremos que fazer o caminho de volta para a natureza. De volta às matas e a um tipo de consciência que devolverá ao homem sua condição de espécie amorosa e cooperativa.

Ernst Götsch – Fazenda Olhos d’Água – Piraí do Norte – BA CEP 45.436-000
Fonte: Jornal da Biosfera n.12 – Nov/Dez 2002

Série de Videos

Quem se interessou pelo assunto e quer conhecer outros exemplos dessa prática, existe uma série de quatro vídeos de nove minutos no youtube. Assista abaixo (Caso esteja lendo via e-mail ou Feed/RSS clique aqui para ver o video.)

Via: Agroflorestas – A agricultura do Futuro | Coletivo Verde

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BOM  PARA O HOMEM E BOM PARA A BIODIVERSIDADE…

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Sistemas Agroflorestais (SAFs):

realizando o casamento entre agricultura e floresta- II

Por: Planeta Orgânico

Benefícios Gerados pelos Sistemas Agroflorestais

Os sistemas agroflorestais, além de variáveis, são muito flexíveis, permitindo a utilização de espécies e ecossitemas de todo o mundo. Essa flexibilidade, ao mesmo tempo em que gera uma liberdade de ação para o produtor, impossibilita apelação a qualquer tipo de manual ou “receita” sobre qual a melhor maneira de se implantar e conduzir o sistema. Para cada local deve ser encontrado um manejo específico e preferencialmente baseado nos princípios agroecológicos, a fim de garantir a produção de alimentos de alta qualidade biológica aliada à uma estabilidade ecológica e sócioeconômica da produção no longo prazo. Ajustando-se de acordo com o tamanho da propriedade e com o nível econômico dos gerenciadores do sistema, os SAFs podem atender desde agricultores familiares em pequenos hortos caseiros até grandes empresas em plantações florestais.

De acordo com os pesquisadores Eduardo Mendonza e Maria Bertalot, os benefícios gerados pelos SAFs, podem ser divididos em dois aspectos: biológico e socioeconômico. Veja, a seguir, cada aspecto descrito com detalhes.

Aspectos biológicos
  • Otimização na utilização do espaço da propriedade pelo aproveitamento dos diferentes estratos verticais (vegetação rasteira, arbustos, árvores altas), resultando em maior produção de biomassa (quantidade de matéria orgânica gerada pelas plantas).
  • Melhoramento das características químicas, físicas e biológicas do solo. Isso ocorre graças à decomposição e incorporação da matéria orgânica e penetração das raízes das árvores no solo. Os diferentes comprimentos de raízes existentes no solo, com a presença de árvores, auxiliam também na redução potencial da erosão.
  • A produção total obtida de uma mistura de árvores e culturas agrícolas ou criações de animais é freqüentemente maior que a produzida nas monoculturas.
  • Tem maior facilidade em se adaptar a um manejo agroecológico, ‘a medida em que a diversidade de espécies torna todo o sistema mais vigoroso, dispensando o uso de agrotóxicos e fertilizantes sintéticos.
  • Reduz o risco de perda total da cultura principal, já que os possíveis ataques de pragas e doenças são distribuídos entre várias espécies de plantas, diminuindo os danos à cultura de maior valor comercial.
  • Permite o uso econômico da sombra. O rebanho bovino, assim como culturas como o café e o cacau, se beneficiam da sombra de outras árvores.
Aspectos Econômicos e Sociais:
  • Fornecimento de uma maior variedade de produtos e/ou serviços da mesma área de terra. Estes produtos podem ser: alimentos, lenha, adubo verde, plantas medicinais e ornamentais, sombra, quebra-ventos e embelezamento da paisagem.
  • Promove uma distribuição mais uniforme do serviço e da receita gerada, devido a um trabalho contínuo e à obtenção de diversas colheitas.
  • A diversidade de produtos colhidos reduz dois tipos de risco: o de impacto econômico derivado da flutuação de preços no mercado e o de perda total da colheita, quando se tem uma única cultura.
  • A associação de culturas anuais (como grãos) ou de ciclo curto (como hortaliças) juntamente com as árvores reduz os custos de implantação do sistema agroflorestal. No longo prazo o custo também é minimizado quando as árvores começam a gerar produtos comercializáveis, como madeira e frutas, por exemplo.

Via: Sistemas Agroflorestais (SAFs): « Planeta Orgânico


Neste Chão Tudo Dá

Publicado por: Laércio Almeida
Enviado em 25 de jan de 2012

Versão reduzida do documentário realizado por Felipe Pasini, Ilana Nina e Monica Soffiatti. “Neste Chão Tudo Dá – semeando conhecimento e colhendo resultados” é um registro informal realizado durante uma viagem pela Bahia sobre o trabalho e o pensamento do agricultor e pesquisador Ernst Gotsch. Além disso, ainda conhecemos a vida de agricultores que conseguiram aumentar a qualidade de vida de suas familias através da prática agroflorestal

Categoria:  Sem fins lucrativos/ativismo
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Música: “Not What They Seem” por Michael Blumenstock (Google PlayiTunes)

Via: Neste Chão Tudo Dá – YouTube

O QUE É UMA AGROFLORESTA…

agrofloresta

Sistemas Agroflorestais (SAFs):

realizando o casamento entre agricultura e floresta – I

Por: Planeta Orgânico

  I) Introdução

O termo “agrofloresta” foi criado para designar um uso especial da terra que envolve o manejo intencional de árvores. Através da introdução e mistura de árvores ou arbustos nos campos de produção agrícola ou pecuária, obtem-se benefícios a partir das interações ecológicas e econômicas que acontecem nesse processo. Existem muitas variações nas práticas que caem na categoria de agrofloresta: na agrossilvicultura, as árvores são combinadas com culturas agrícolas; em sistemas silvopastoris, elas são combinadas com produção animal e em sistemas agrossilvopastoris o produtor maneja uma mescla de árvores, culturas e animais. Cabe ressaltar que a incorporação de árvores em sistemas de produção de alimentos é uma prática com longa história. Isto é especialmente verdadeiro em regiões tropicais e subtropicais do planeta, nas quais os produtores manejam árvores e animais juntamente com a atividade agrícola, a fim de satisfazerem suas necessidades básicas de alimento, madeira, lenha, forragem e para ajudar na conservação dos recursos naturais disponíveis na propriedade (solo, água, biodiversidade, entre outros). O ponto em comum entre a Agroecologia e os sistemas agroflorestais reside no objetivo: ambos pretendem otimizar os efeitos benéficos das interações que ocorrem entre as árvores, os cultivos agrícolas e animais, obter a maior diversidade de produtos, diminuir a necessidade de insumos externos e reduzir os impactos ambientais negativos da agricultura convencional. Esta afinidade de objetivos possibilita que os sistemas agroflorestais inseridos num contexto agroecológico de produção contribuam significativamente para o desenvolvimento equilibrado, integrado e duradouro tanto da paisagem natural quanto das comunidades humanas que nela habitam.

2) Classificação dos Sistemas Agroflorestais

Considerando a distribuição no espaço e no tempo dos componentes (plantas e animais) de um sistema, os sistemas agroflorestais são classificados em:

1 – Sequenciais: Relação cronológica entre as colheitas anuais e os produtos arbóreos; os cultivos agrícolas e as árvores implantadas se sucedem no tempo.
Exemplo: Sistema chamado Taungya:

A cultura de milho pode ser intercalada com árvores como seringueira e euclipto
A cultura do milho pode ser intercalada com as árvores, como seringueira e eucalipto

– 1º ano: Plantio de culturas anuais (milho, feijão, por exemplo) intercalada com mudas plantadas de árvores (seringueira, eucalipto, por exemplo).
– 2º e 3º anos: Faz-se uma rotação de culturas agrícolas anuais, realizam-se as colheitas e as vendas dos produtos para gerar receita enquanto as árvores crescem.
– A partir do 3º ano: Forma-se um bosque jovem, o produtor pode plantar outras espécies de árvores que crescem bem na sombra deste bosque (como as árvores de madeira de lei), ou apenas aguardar o crescimento das árvores. O tempo de extração da madeira ou de qualquer outro produto florestal (látex, flores, folhas, resina, etc.) dependerá da espécie e da região escolhidas.

2 – Simultâneos: Integração simultânea e contínua de cultivos anuais ou perenes, árvores para obtenção de madeira, frutíferas ou de uso múltiplo (para fornecer proteínas e sombra para animais, por exemplo).

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Sombreiro: árvore de altura mediana. A copa larga e frondosa é excelente para sombreamento, justificando bem o nome popular

Exemplo: Cultivo em faixas ou aléias (Alley Cropping)

a) Plantam-se no mesmo ano árvores + culturas perenes (ciclo de produção acima de 3 anos): cultura sombreada (café, cacau, urucum, por exemplo), árvore que fornecerá sombra (ipê, palmito, cardamomo, sombreiro, cedro, etc.), geralmente fornecedora de madeira.

b) Plantam-se no mesmo ano culturas anuais (soja, milho, mandioca, feijão, arroz, entre outros) e espécies arbóreas leguminosas, capazes de fixarem o nitrogênio do ar e colocarem (pela decomposição de folhas que caem) este nutriente disponível para o cultivo agrícola.

3 – Cercas Vivas ou Quebra-Ventos: 

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Ao funda da plantação, vê-se uma faixa de eucalipto.

Fileiras de árvores que podem delimitar uma propriedade ou servir de proteção para outras plantas ou sistemas agrícolas integrados.
Exemplo: Implantação de faixas de eucalipto em torno de uma plantação de café, ou uma lavoura de milho.

Clique aqui para saber os
Benefícios Gerados pelos Sistemas Agroflorestais

Via: Sistemas Agroflorestais (SAFs): « Planeta Orgânico


Aula prática completa de Agrofloresta com o Mestre Ernest

Publicado por: gabaolakota
em 8 de mai de 2012

Ernest é um dos maiores entendidos de agrofloresta que moram no Brasil. Este vídeo traz uma super aula de manejo agroflorestal. Bom proveito e espalhe o conhecimento!

Categoria: Ciência e tecnologia
Licença: padrão do YouTube

Via: Aula prática completa de Agrofloresta com o Mestre Ernest – YouTube

 

CADA UM FAZENDO A SUA PARTE PELO MEIO AMBIENTE…

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Como Preservar a Natureza

Por Cultura Mix em Natureza

O meio ambiente está precisando urgentemente de ajuda. Todos devem ter em mente que preservar a natureza significa melhor equilíbrio ecológico e consequentemente do Planeta Terra.

O Brasil é o país que possui maior diversidade em todo o mundo, e por este motivo deveria estar na liderança da luta mundial contra a degradação ao meio ambiente e preservação da natureza. A melhor forma de manter a natureza preservada é mantê-la intocada, desenvolvendo-se sozinha de acordo com as condições climáticas naturais. No entanto, a humanidade é extremamente dependente das matérias-primas da floresta.  Neste sentido, como você pode preservar a natureza?

Consumo Sustentável

A natureza deve estar enraizada nos sentimentos dos cidadãos. A forma de consumo representa grande chave para que empresas entendam de forma legítima que é necessário preservar a natureza.

Veículo e Caronas

Evite andar de carro, pois o combustível gerado na atmosfera prejudica a ecologia de forma tamanha, que até mesmo a camada de ozônio é afetada, sem contar que a exploração do Petróleo pode causar diversos problemas na atmosfera, gerados naturalmente ou pelo efeito do homem.

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Como Preservar a Natureza

Neste sentido, por mais que os transportes públicos do país sejam desqualificados para realizar viagens, é melhor optar por eles. Mais pessoas dentro de um veículo terrestre significa menos combustível na atmosfera, e consequentemente maior nível de preservação. Justamente por este motivo que é muito importante dar ou pegar carona. Dividir o combustível junto com todos os presentes no veículo simboliza antes de tudo dividir a responsabilidade ambiental.

Lixo Seletivo

O lixo seletivo também faz parte das lições primordiais sobre  como um cidadão pode preservar a natureza. Hoje em dia não existem tantos lixos seletivos como seria necessário, mas os elementos tóxicos ficam misturados, tornando muito difícil o processo de reciclagem.

Quem não tem este tipo de lixo no apartamento, deve solicitar reunião com o síndico no intuito de implantar a coleta de lixo seletivo. Ficar na dependência de que o Estado vai colocar lixo seletivo nas imediações da sua rua não representa uma saída interessante neste âmbito de discussão.

De Olho Na Crise Da Água

Apenas 05% da água existente no mundo são do tipo doce, consequentemente própria para o consumo potável.

Estatísticas apontam que caso o desperdício continue até o ano de 2030, o consumo por cada habitante no mundo deve reduzir para 30%. Justamente por este motivo que é sempre indicado evitar o desperdício de água, por isso não tome banhos longos e jamais deixe a torneira aberta. Lembre-se de que água é vida.

A constituição diz claramente que a natureza pertence a todos os cidadãos cuja nacionalidade é brasileira. Justamente por este motivo que todos os brasileiros devem participar da preservação da natureza, agindo como cidadão sustentável, denunciando todas as formas de exploração ilegal e aconselhando toda a sociedade em relação à educação ambiental.

Como Preservar a Natureza

Até não muito tempo atrás, nós não tínhamos o hábito de preservar a natureza, inicialmente por falta de conhecimento dos problemas que poderiam ser acarretados no futuro. O grande problema é que esse tal futuro chegou, e agora sentimos na pele a importância de se preservar a natureza. Devemos impedir que seja mais destruída do que já esta, e com isso tentemos controlar os problemas que são acarretados por nossa própria culpa. Mas como podemos ajudar? A resposta para essa pergunta é simples e conhecida por todos: Fazendo a nossa parte! Se cada um fizer o que lhe cabe, além de prevenir a natureza, manteremos uma sociedade mais organizada e limpa. Fazendo o mínimo necessário para preservar a natureza, estamos ajudando ao próximo também e mais do que isso respeitando o próximo.

A parte de cada um:

Vamos ver como podemos fazer nossa parte para ajudar a preservar a natureza.

– Tudo se começa com a conscientização. Acho que já estamos todos conscientizados dos problemas que estamos passando por e dos que ainda estão por vir por causa dos maus tratos que cometemos com natureza no passado.

– Depois de conscientizados temos que educar. Isso mesmo educar a nós mesmo, às pessoas que vemos nas ruas cometendo atos que são prejudiciais a natureza e também devemos educar nossos jovens para que cresçam já com uma boa consciência. Educar quando mais novo é muito mais fácil do que depois de grande, quando a pessoa já tem péssimos hábitos.

Como Preservar a Natureza

– Com esses dois passos feitos podemos começar a melhorar o mundo. Afinal de contas não há dificuldade em separar o lixo para a coleta seletiva, jogar fora apenas o que pode mesmo ir para o lixo, já existem depósitos específicos para jogarmos pilhas e baterias, pois as mesmas contém material radioativo. Muitas lojas e mercados recolhem esse tipo de material para que possam ser levados aos depósitos específicos. Informe-se onde eles podem ser deixados.

– Compre uma sacola retornável no mercado. Essa nova lei pode ter sido incomoda para muitas pessoas, mas foi excelente para o meio ambiente. Mesmo assim, é bom comprar uma sacola, do contrário, cada vez que for ao mercado vai pegar uma caixa de papelão ou “sacolinhas” na parte das frutas. O primeiro passo foi dado pelas autoridades, agora vamos ajudar também, com R$2,00 reais compramos uma boa sacola retornável que vai durar por um bom tempo.

– Siga a política dos 3 R’s: “reduzir, reutilizar e reciclar” seguindo esse simples passo. O que for lixo pode vir a se tornar com outra utilidade. Se não pode ser reciclado, assim só o que tem mesmo que ir para o lixo é jogado fora.

– Não jogue lixo no chão, além de poluir a natureza, você deixa o local sujo e é desagradável para todos.

Essas dicas são muito fáceis de serem seguidas e fazem uma diferença enorme, basta se ponderar e logo todas passam a ser hábitos.

 

Fonte: Meio Ambiente – Cultura Mix | Planeta e Climas | Como Preservar a Natureza