QUE TAL TER SUA PRÓPRIA HORTA ORGÂNICA EM CASA?

Confira as dicas da Verduraria para você cultivar alimentos em casa. A agricultura urbana vem despertando cada vez mais o interesse das pessoas que buscam viver de forma mais saudável. Além do prazer de cultivar alimentos orgânicos na sua própria casa, o cuidado com as plantas também ajuda a reduzir o estresse do dia a dia através […]

via Tudo o que você precisa saber para ter uma horta orgânica em casa — =Verduraria=

VEGETARIANO OU VEGANO?

A preocupação crescente com a saúde, o meio ambiente e o respeito aos direitos dos animais, faz com que o cuidado com a alimentação seja tratado com cada vez mais atenção. Para se ter uma ideia, apenas no Brasil, são mais de 15 milhões de pessoas que não consomem carne, conforme atestou pesquisa realizada pelo…

via Entenda as diferenças entre o veganismo e o vegetarianismo — CicloVivo

A ALIMENTAÇÃO VEGANA TEM O PODER DE RETARDAR O SEU ENVELHECIMENTO…

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13 celebridades provam que o veganismo pode ser a fonte da juventude

January 3, 2017

1. Jared Leto

Quando a revista Rolling Stone perguntou a Jared Leto, que está com 44 anos, como mantém sua incrível forma e energia, a resposta foi: “Vinte anos me cuidando e seguindo uma dieta vegetariana.”

2. Michelle Pfeiffer

A atriz de 58 anos atribui sua aparência jovem e radiante a sua dieta vegetariana. Em entrevista para a revista online Urbanette, ela disse: “A dieta vegetariana é muito mais saudável, e você evita muitas toxinas que podem envelhecer sua pele e seu corpo”.

3. Emily Deschanel

Famosa por seu papel como Dra. Temperance Brennan em Bones, a atriz de 39 anos, premiada pela Mercy for Animals com o Prêmio Liderança em Compaixão (Compassionate Leadership Award) em 2012, é vegana há mais de 20 anos!

4. Christie Brinkley

Vegetariana desde os 12 anos e agora vegana, a modelo e atriz de 62 anos de idade “enaltece os benefícios da dieta vegetariana na perda de peso e no combate ao envelhecimento”, segundo a revista online Celebrity Health & Fitness.

5. Mayim Bialik

A cientista nerd do seriado The Big Bang Theory é também uma grande amante dos animais. A atriz de 40 anos é vegana e até já lançou seu próprio livro de receitas vegetarianas!

6. Tony Kanal

O famoso baixista da banda No Doubt é um ativista ferrenho pelo direitos dos animais. O músico de 45 anos atribui o fato de ser um vegano fervoroso ao seu amor pelos animais.

7. Persia White

Mais conhecida como Lynn Searcy na comédia Girlfriends, a atriz de 43 anos de idade também é co-produtora de Terráqueos, um poderoso documentário sobre nossa relação com animais não-humanos, incluindo os utilizados na produção de alimentos.

8. Jessica Chastain

Famosa por seus papéis em filmes de ação e um “avião” aos 39 anos, Jessica é movida a vegetais! Veja o que ela disse em uma entrevista: “Não quero torturar ninguém. Eu tento viver a vida de forma que eu não contribua para a crueldade no mundo. … Enquanto eu estiver neste planeta, quero que todos que eu conheça saibam que sou grata por estarem aqui.”

9. Russell Simmons

Aos 58 anos, o magnata da música está à toda! Ele diz que se sente melhor do que nunca, graças ao yoga e sua dieta vegetariana.

10. Alicia Silverstone

A atriz de “As Patricinhas de Beverly Hills” agora tem um blog vegano e até escreveu um livro de receitas vegetarianas! Quando não está ocupada trabalhando, ela está correndo atrás de seu filho de 5 anos. De onde é essa mãe de 39 anos de idade tira tanta energia? Dos vegetais, é claro!

11. Pamela Anderson

Todo mundo já ouviu falar de Pamela Anderson. Mas o que você talvez não saiba é que essa rainha do glamour, de 49 anos, é uma verdadeira entusiasta da causa animal, emprestando seu nome a várias campanhas que promovem o veganismo!

12. Erykah Badu

Vegana há mais de 20 anos, a premiada cantora e compositora Erykah Badu, agora com 45 anos, declara: “O alimento ‘’sem carne’’ é o alimento da alma em sua forma mais verdadeira”.

13. Daisy Fuentes

Ela quebrou barreiras tornando-se a primeira VJ latina da MTV e é a primeira porta-voz da Revlon a assinar um contrato mundial. Mas você sabia que ela também é vegana?! Aos 49 anos, Daisy empresta sua voz para ajudar os animais e foi mestre de cerimônias no Jantar de Gala da Mercy For Animals em 2016.

Pesquisas e mais pesquisas comprovam que uma dieta vegetariana é melhor para a saúde. Para receitas e dicas de como se alimentar de forma mais saudável e compassiva, clique aqui e baixe nosso Guia Vegetariano Gratuito!

Veja mais em: EscolhaVeg.com.br

VEGETARIANO? POR QUE NÃO?

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Você já pensou se se tornar vegetariano?

Por: Daiana Barasa
em 17 Ago 2015

 

Conheça algumas curiosidades sobre este estilo de vida

Uma pesquisa recente realizada pela Universidade Adventista de Loma Linda, localizada nos Estados Unidos, comprovou que um estilo de vida vegetariano pode aumentar a expectativa de vida em 5 até 10 anos de vida. Esse estudo foi realizada com 75 mil pessoas em cinco anos.

Já uma pesquisa britânica realizada pela Universidade de Oxford, comprovou que a dieta vegetariana pode reduzir os ricos de doenças do coração em até 32%, essa pesquisa foi realizada com aproximadamente 45 mil pessoas.

E claro, sem contar nos benefícios estéticos, porque é um tipo de alimentação que previne o sobrepeso.

A carne vermelha mesmo representando um importante alimento do grupo de proteínas  gera controvérsias no que se refere à saúde.

Estudos já revelaram quais os principais malefícios que o consumo da carne vermelha podem trazer à saúde, dentre eles, se destacam:

Acredita-se que a flora bacteriana se altera com o consumo frequente de proteína animal e assim, não consegue conter as toxinas alimentares para posterior eliminação por meio do intestino grosso, assim, essas toxinas iriam para a corrente sanguínea, o que poderia desencadear até mesmo em alterações no sistema nervoso central.

Outra afirmação é que as toxinas animais teriam o poder de desregular o metabolismo dos carboidratos e consequentemente poderia desencadear o surgimento da diabetes.

Além da proteína, não há mais o que se aproveitar da carne vermelha, o que restam são toxinas, que segundo pesquisas científicas poderiam causar doenças cancerígenas.

Outras situações também são consideradas como o sofrimento dos animais antes do abatedouro. A vaca, por exemplo, tem o poder de “sentir” quando será abatida e isso gera medo no animal. Como é possível desfrutar do consumo da carne vermelha considerando as circunstância em torno da morte de um ser vivo?

Pitágoras acreditava que os homens que matavam animais eram mais propensos a matarem seus semelhantes humanos do que aqueles que se alimentavam de vegetais.

É possível conferir ao organismo proteína por meio de alimentos de origem vegetal como tofu, sementes oleaginosas, soja, entre outros.

Você mudaria seu estilo de vida ou pelo menos repensaria após estas considerações?

 

Fonte: Sare Drogarias | Notícia | Você já pensou se se tornar vegetariano?

 


Como tornar-se vegetariano

por Sociedade Vegana
em julho 27th, 2010

Vegetarianismo é o hábito alimentar que faz uso de produtos e ingredientes exclusivamente de origem vegetal, com abstenção de todos os ingredientes de origem animal. A adoção do vegetarianismo pode ser vista por muitos como uma restrição alimentar ou uma inconveniência social. Essa visão, porém, é enganosa. A retirada de apenas alguns poucos itens da dieta (carnes, leite, ovos, mel, etc) apenas pode parecer uma restrição alimentar para populações que restringem sua alimentação a esses poucos itens.

Vegetarianos tendem a se alimentar com uma variedade maior de itens do que não-vegetarianos e isso por si torna o vegetarianismo uma dieta menos restritiva do que a dieta convencional. Por esse motivo enfatizamos que o vegetarianismo não significa apenas a exclusão da carne, do leite e dos ovos da dieta, mas significa também a inclusão de outros itens alimentares talvez ainda nem conhecidos.

Como fazer substituições?

As primeiras perguntas que ocorrem a uma pessoa defrontada pela primeira vez com o vegetarianismo são “Como substituir a carne?”, “Como substituir os ovos?”, “Como substituir o leite?”

Faz-se necessário esclarecer que no campo nutricional essas substituições são absolutamente desnecessárias. Com exceção da vitamina B12, que pode ser fornecida na forma de suplementos ou de alimentos fortificados, não existem outros nutrientes que estejam presentes apenas em alimentos de origem animal e que não possam ser obtidos nos alimentos de origem vegetal. Portanto, quando falamos em substituições estamos falando pelo ponto de vista gastronômico.

A combinação de feijão com arroz e uma boa salada é perfeita para satisfazer as necessidades nutricionais dos brasileiros. Mas alimentação é mais do que nutrição, envolve hábitos, preferências e conveniência.

Pratos vegetarianos podem ser preparados com ingredientes pouco convencionais, seguindo combinações pouco usuais e preparações complexas, mas também podem ser preparados de forma simples, tradicional, utilizando ingredientes facilmente disponíveis. Essa é uma questão de disponibilidade e preferência pessoal.

Adaptando seu cardápio

Famílias onívoras tendem a utilizar não mais do que dez pratos que se repetem sucessivamente. A maioria desses pratos podem ser facilmente adaptados ao vegetarianismo; os que não podem ser adaptados podem ser substituídos por outros pratos.

Uma forma bastante fácil de se tornar vegetariano é analisar seu cardápio atual. Nesse ponto, algumas perguntas devem ser feitas. “Eu me alimento bem?”, “Meu cardápio é suficientemente variado?”, “Dos alimentos vegetais, quais são aqueles que mais me agradam?”.

Em segundo lugar faz-se necessário identificar quais alimentos consumidos atualmente já são vegetarianos: feijão, arroz, macarronada, salada, sopa… É possível que esses alimentos não sejam realmente vegetarianos, pois em muitas casas o feijão é preparado com bacon ou banha, ou a massa de macarrões pode ter ovos, mas isso pode ser facilmente adaptado ao vegetarianismo.

Por exemplo, o macarrão com ovos e molho de tomate com carne moída pode ser substituído por pasta de sêmola sem ovos com molho de tomate, cebola e salsa; o feijão pode ser preparado com óleo de soja…

Em terceiro lugar, pode-se criar a variedade dentro desses alimentos já consumidos, ou seja, pode-se enriquecer ainda mais a dieta. Assim, uma família que sempre consuma feijão carioca pode as vezes consumir outras leguminosas (outras variedades de feijão, lentilhas, grão-de-bico, favas, etc), o arroz as vezes pode ser preparado junto ou substituído por outros cereais (arroz selvagem, trigo sarraceno, quinua, etc), a macarronada pode ser preparada com carne de soja ou creme de leite de soja, o presunto e o queijo podem ser tirados das saladas, que podem receber outros ingredientes antes não utilizados (rúcula, acelga, couve, almeirão, escarola, rabanete, etc); a sopa pode receber novos temperos e ser enriquecida com cubos de tofu.

Em quarto lugar, a substituição efetiva dos alimentos de origem animal da dieta. A necessidade de “substituição” de carne, leite, ovos, mel, etc se dá mais em um contexto sensorial do que nutricional. Conforme explicado anteriormente, feijão, arroz e uma boa salada são suficientes para satisfazer a maior parte de nossas necessidades nutricionais.

Porém, por diferentes motivos, as pessoas não-vegetarianas associam que um prato sem carne, frango, peixe, omelete ou queijo é um prato deficiente, cuja carência necessita ser suplementada. Essa carência é apenas aparente, mas por motivos culturais parece importante que novos vegetarianos encontrem no mercado formas de amenizar essa sensação de carência.

Assim, pode-se encontrar no mercado substituintes da carne animal com qualidades sensoriais que se assemelham a elas em diferentes preparações. São essas as proteínas vegetais texturizadas (PVT), em geral obtidas da soja e do glúten de trigo. Há PVTs pré-preparadas para se assemelharem em gosto e textura a diferentes cortes de carne, frango e peixe.

Leites vegetais, igualmente, podem se assemelhar sensorialmente ao leite animal, especialmente em preparações onde não sejam consumidos puros. Leites podem ser obtidos da soja, de cereais como arroz, aveia e gergelim, de castanhas, de amêndoas, de sementes de girassol, etc. Em preparações como bolos pode-se utilizar o leite de coco ou mesmo água, o que não interfere no resultado final.

Os ovos, quando utilizados em preparações, tem o mero propósito de conferir liga às massas. Nas receitas que pedem um ou dois ovos, muitas vezes esses podem ser substituídos por duas colheres de sopa de água para cada ovo. Outra opção é utilizar uma ou duas colheres de sopa de óleo vegetal para cada ovo ou ainda entre 30 e 50 gramas de tofu para cada ovo.

Em receitas cujo propósito seja realizar uma mucilagem com ovos, como aquelas que utilizam claras, cada ovo deve ser substituído por uma colher de sopa cheia de sementes de linhaça trituradas com ½ xícara de café de água quente

Uma alternativa empregada, especialmente no caso de alimentos a serem fritos à milanesa, é passar o alimento a ser preparado em uma mistura contendo uma colher de sopa de farinha de soja ou farinha de milho adicionadas de duas colheres de água para cada ovo. Substitutos dos ovos de origem vegetal estão disponíveis no mercado, geralmente em formulações em pó.

Em quinto lugar, o novo vegetariano deve buscar por novas receitas que melhor se adequem às suas preferências pessoais. Há no mercado livros de receitas vegetarianas desenvolvidos para atender a todos os gostos: Pratos rápidos, regionais, internacionais, étnicos, voltados para dias de festa, feriados religiosos, doces, bolos, pizzas, etc. Igualmente, muitos sites disponibilizam receitas na internet. Recomenda-se que os iniciantes optem por livros e sites produzidos em seus países, atendendo às preferências, peculiaridades e à disponibilidade de ingredientes locais.

Alimentando-se na rua

Com frequência, o principal empecilho à adoção do vegetarianismo é a percepção de inconveniência em se alimentar fora de casa. Pessoas que almoçam regularmente fora de casa e que não dispõem de facilidade de frequentar restaurantes vegetarianos podem considerar impossível adotar esse hábito alimentar.

Na prática, porém, um vegetariano pode se alimentar bem mesmo quando se vê obrigado a comer fora de casa e não dispõe de restaurantes vegetarianos por perto. Isso é verdadeiro especialmente em restaurantes self-service, mas alguns cuidados devem ser tomados em relação à preparação de alimentos, se eles são preparados com banha ou óleo vegetal. Mesmo churrascarias dispõem de um bufê de saladas repleto de opções para vegetarianos, além de outras opções.

A possibilidade de comer carne, queijo e ovos parece alterar a percepção das pessoas para as possibilidade de não comê-los. Com frequência, pessoas que pegam esses itens em um restaurante deixam de perceber a existência de tantos outros que não contém ingredientes de origem animal.

Há muitos sites na internet que informam sobre a existência de restaurantes vegetarianos e amigáveis para vegetarianos disponíveis em cada localidade.

Certamente o vegetarianismo não é uma corrente dietética restritiva, pelo contrário, o vegetarianismo é uma corrente dietética cheia de possibilidades.

 

Fonte: Como tornar-se vegetariano – Sociedade Vegana

O CONSUMO DE CARNE JÁ ESTÁ SE TORNANDO UM PROBLEMA AMBIENTAL…

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Gisele Bündchen chora ao ver o que a pecuária fez com a Floresta Amazônica

Por: Mapa Veg

Assista ao vídeo.

Gisele Bündchen chora ao ver o que a pecuária fez com a Floresta Amazônica

A modelo brasileira Gisele Bündchen, em um episódio da série Years of Living Dangerously do canal National Geographic, que tem foco no aquecimento global, foi convidada a visitar o próprio país e sobrevoar a Floresta Amazônica para constatar a destruição causada pela pecuária.

Acompanhada pelo ativista ambiental Paulo Adário, um dos fundadores do Greenpeace no Brasil, Gisele entendeu como a floresta começa a ser destruída com a exploração madeireira, e termina com a ação dos pecuaristas, que cortam as árvores que restaram no local e colocam fogo em enormes áreas para criar pastos.

Paulo lembrou que 20% da Floresta Amazônica já foi destruída, e que a pecuária é responsável por 65% de todo o desmatamento dela. “Quando você come um hambúrguer, você não se dá conta de que o seu hambúrguer veio da destruição da floresta… é chocante, né?”, questionou. Neste momento, a modelo se emociona. Muitas pessoas já podem até estar informadas a respeito do impacto de seus prazeres alimentares no meio ambiente, mas ver de perto certamente pode provocar uma reação mais profunda e acordar as pessoas mais resistentes, embora não saibamos se é o caso dela.

O Greenpeace, entretanto, é muito criticado por não ter adotado o Veganismo como sua ideologia, para trabalhar com propriedade pela causa ambientalista, já que a pecuária é uma das atividades mais devastadoras para o meio ambiente. Recentemente, o Capitão Paul Watson mandou um recado recomendando que a ONG se torne vegana (veja aqui).

O vídeo legendado foi disponibilizado pela página do Facebook O Holocausto Animal. Assista (clicando no link) abaixo:

https://www.facebook.com/pelofimdoespecismo/videos/1809572265955448/

Fonte: Gisele Bündchen chora ao ver o que a pecuária fez com a Floresta Amazônica | Mapa Veg


Criação de gado para consumo de carne provoca danos ambientais

Por: Redação Ecycle

A agricultura animal tem emissões de gases superiores a todo o setor de transportes - Imagem: Domínio Público
A agricultura animal tem emissões de gases superiores a todo o setor de transportes  Imagem: Domínio Público

Você se preocupa com emissões de gases, desmatamento e excesso do consumo de água? Se a resposta for sim, você deve se firmar bem na cadeira e se preparar para os dados alarmantes denunciados pelo documentário Cowspiracy, de Kip Andersen e Keegan Kuhn. Uma das maiores bandeiras do vegetarianismo e do veganismo é o fim da exploração animal. Mas além dessa importante faceta, há outra que não se fala tanto a respeito: a degradação ambiental decorrente da indústria agropecuária.

O documentário, de 2014, nasceu na mente de Andersen após ele se deparar com dados oficiais da ONU que informavam que a agricultura animal tem emissões de gases superiores a todo o setor de transportes (carros, caminhões, trens, navios e aviões). Além disso, ficou intrigado com o fato de grandes ONGs ambientalistas ignorarem a causa número um da destruição do planeta. O documentário está disponível no serviço de streaming Netflix.

Emissões de gases

Eles ocorrem devido à grande devastação que ocorre para abrir o espaço de pastagem, ao cultivo de grãos para alimentar as criações, aos gastos exorbitantes de água para manter essa produção, à emissão de metano pelos  animais, entre outros fatores. Estudos comprovam que a pecuária e seus subprodutos são responsáveis por pelo menos 32 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano, ou 51% de todas as emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo. Além disso, devemos estar atentos a outros gases emitidos nesse processo, como o óxido nitroso. Pesquisas demonstram que a pecuária é responsável por 65% de todas as emissões humanas relacionadas com óxido nitroso – um gás-estufa com 296 vezes o potencial de aquecimento global do dióxido de carbono, e que permanece na atmosfera por 150 anos.

Imagem: Rodrigo Baléia/Greenpeace

O metano expelido nos gases dos ruminantes tem mais impacto na mudança climática do que se imagina. O metano tem um potencial de aquecimento global 86 vezes superior ao do CO2 em um prazo de 20 anos. De acordo com pesquisas, vacas produzem 150 bilhões de litros de metano por dia (250-500 litros por vaca por dia, vezes 1,5 bilhão de vacas no mundo).

Além das emissões provocadas pelo sistema digestivo dos animais (metano e óxido nitroso emitidos pelas fezes), há também emissões de CO2 nas várias etapas de produção de carne, da queimada para geração de pastos até o consumo. A literatura científica prevê que essas emissões aumentem cerca de 80% até 2050. Os dados são tão colossais que fica difícil ignorar o impacto dessa emissão para a saúde do planeta.

Uso da água

Outro grande problema causado pela indústria agropecuária é o elevado consumo de água. Cultivar plantas para a alimentação animal representa 56% de toda a água consumida nos EUA. O cultivo de grãos consumidos pelos animais demandam muita água – esse montante, somado ao consumo direto dos bichos representa faixas de consumo de água de 34-76 trilhões de litros por ano.

Se pensarmos diretamente no consumo final, na pegada hídrica dos alimentos, deparamo-nos com dados não menos alarmantes: 2,5 mil litros de água são necessários para produzir 1 libra (equivalente a mais ou menos 0,45 kg) de carne; 477 litros de água são necessários para produzir 1 libra de ovos; em média 900 litros de água por libra de queijo e mil litros de água para produzir um galão de leite (equivalente a 3,785 litros).

Quem se torna vegetariano ou vegano economiza água de maneira significativa: para se produzir um quilo de soja, são gastos 500 litros de água, enquanto para um quilo de carne bovina, são necessários 15 mil litros do líquido.

Uso da terra

Um terço da terra livre de gelo presente no globo é utilizada para criação de gado ou alimento para o gado. Considerando 48 estados dos EUA, o espaço total representa 1,9 bilhões de acres. Segundo estudo, desses 1,9 bilhões de acres: 778 milhões de acres de terras privadas são usadas para pastagem, 345 milhões de acres de alimentos para animais, 230 milhões de acres de terras públicas são usadas para pastagem de gado.

No Brasil, quais terras são utilizadas para essas plantações e pastagem? Segundo dados do Inpe, 62,8% de toda a área desmatada da Amazônia brasileira até 2008 foi ocupada por pastagem. Grandes florestas, como a floresta amazônica, estão sendo desmatadas para dar lugar à indústria agropecuária. Estudos demonstram que 91% da devastação da Amazônia se deve à produção agropecuária, entre pastagens e cultivo de grãos para a alimentação dos ruminantes. Dá pra acreditar? De acordo com dados do IBGE, o Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo, com aproximadamente 209 milhões de bovinos. Em nosso país, os ruralistas têm grande poder de intimidação, o que resulta em uma fiscalização ineficiente do desmatamento. Nos últimos 20 anos, mais de mil ativistas rurais foram mortos no Brasil.

A produção de alimentos vegetais exige muito menos espaço de terra do que a produção de alimentos de origem animal. Por exemplo, em um hectare de terra é possível plantar 42 mil a 50 mil pés de tomate ou produzir apenas uma média de81,66 Kg de carne bovina por ano. Assim, a alimentação vegetariana estrita estimula a diminuição do desmatamento.

Resíduos

Uma exploração agrícola com 2,5 mil vacas leiteiras produz a mesma quantidade de resíduos que uma cidade de 411 mil pessoas. A cada minuto, toneladas de excremento são produzidas por animais criados para o abate. De acordo com estudos, a quantidade produzida de resíduos pela indústria da carne poderia cobrir as cidades de Nova Iorque, São Francisco, Tóquio, Hong Kong, Londres, Rio de Janeiro, Bali, Berlim, Delaware, Dinamarca, Costa Rica, Paris, Nova Deli juntas. Para onde vão esses resíduos? Eles são despejados nas águas.

Contaminação da água e exploração excessiva

A exploração excessiva dos mares assusta. Existem projeções que indicam que em 2048 não haverá mais peixes comestíveis no mar. Em média 90-100 milhões de toneladas de peixe são extraídas de nossos oceanos a cada ano. Para cada 0,45 quilo de peixe capturado, até 1,81 quilos de espécies marinhas não intencionais são capturadas e descartadas. Estudos apontam que, em média, 40% (28,5 mil milhões de quilos) de peixes capturados globalmente a cada ano são descartados e que até 650 mil baleias, golfinhos e focas são mortos a cada ano por navios de pesca. Além de, em média, 40-50 milhões de tubarões são mortos em linhas de pesca e redes.

Imagem: Domínio Público

 

Fome

Em escala mundial, as vacas bebem 45 bilhões de litros de água e comem 61,2 bilhões de quilos de comida por dia. Pelo menos 50% dos grãos são produzidos vão para alimentar o gado. Os EUA poderiam alimentar 800 milhões de pessoas com grãos que o gado consome. Dá pra mensurar o que isso significa? 80% das crianças famintas vivem em países onde os alimentos são administrados aos animais, e os animais são comidos por países ocidentais. A indústria agropecuária reflete diretamente as contradições do capitalismo e seus abismos sociais. Alimentos que poderiam retirar milhões de pessoas da fome são utilizados para alimentar gado. Gado que é consumido em excesso e, segundo muitas visões, sem necessidade fisiológica.

Agricultura animal é a principal causa da extinção de espécies, zonas mortas nos oceanos, poluição da água e destruição de habitats. Agricultura animal contribui para a extinção de espécies de muitas maneiras. Além da destruição do habitat causado pelo desmatamento de florestas e conversão da terra para o cultivo de alimentos para animais e para o pastejo dos animais, predadores e espécies de “concorrência” são caçados por causa de uma ameaça ao gado e aos lucros que eles proporcionam. O uso disseminado de pesticidas, herbicidas e fertilizantes químicos utilizados na produção de culturas para alimentação animal interfere nos sistemas de reprodução dos animais e na saúde do consumidor final. A exploração excessiva de espécies selvagens por meio da pesca comercial, do comércio da carne de caça, bem como o impacto da agricultura animal sobre as alterações climáticas… Todos contribuem para o esgotamento global das espécies e recursos.

A cada dia, uma pessoa que possui uma dieta vegana poupa 1,1 mil litros de água, 20,4 quilos de grãos, 2,7 metros quadrados de terra florestada, além da vida de um animal. O site do documentário deixa um desafio: que tal 30 dias de uma dieta vegana? É possível transformar hábitos de uma vida inteira e modificar seu impacto sobre o planeta. Parar de comer carne pode ser mais eficiente do que outras medidas para a preservação do ambiente. Como diz o diretor Andersen, no documentário: “Eu descobri que um hambúrguer de 114 gramas requer quase 2,5 mil litros de água para ser produzido. Eu tenho tomado banhos curtos para economizar água e descubro que comer apenas um hambúrguer é equivalente a dois meses inteiros de banho”. Confira aqui 12 dicas para você ser vegetariano nos dias úteis da semana.

Para saber mais confira o trailer do documentário Cowspiracy (disponível na íntegra no Netflix)

Fonte: Criação de gado para consumo de carne provoca danos ambientais – Revista Ecológico

 

TODOS OS ANIMAIS MERECEM TER SUAS VIDAS RESPEITADAS…

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Arte de Pawel Kuczynski’s que critica o comportamento especista dos seres humanos

O veganismo é muito radical?

 Por: David Arioch

Vez ou outra, alguém me diz que considera o veganismo muito radical. Sob a perspectiva de que o veganismo é uma grande mudança na vida de alguém, concordo naturalmente. Porém, não é radical o ato de comer animais? Seres que tinham vida, respiravam, se emocionavam? Claro que é uma questão cultural o consumo de carne, mas ninguém pode dizer que não há diversidade ou boas fontes nutricionais na alimentação vegetariana.

De acordo com o botânico John Warrer, autor do livro “A Natureza dos Cultivos”, há 300 mil vegetais comestíveis na natureza, logo isso significa que não é por falta de opções que as pessoas não deixam de comer carne, mas sim porque colocam o próprio paladar, os próprios hábitos alimentares, em primeiro lugar.

Ademais, uma dieta básica vegetariana é muito mais barata do que uma dieta baseada em carnes e laticínios. Creio que não seja necessária nenhuma pesquisa científica para provar isso. Basta passar em feiras, mercados e açougues e fazer as devidas comparações. Eu, por exemplo, às terças-feiras compro até mais de dez quilos de vegetais, frutas, legumes e tubérculos com cerca de R$ 25. Compare isso com o preço da carne, por exemplo, e avalie o custo/benefício.


Via: O veganismo é muito radical? | David Arioch – Jornalismo Cultural