VIVENCIANDO PERMACULTURA E BIOCONSTRUÇÃO EM SÃO THOMÉ DAS LETRAS…

Conhecida como uma cidade envolta em misticismos, São Thomé das Letras-MG atrai pessoas de todo tipo. Por essas bandas, muitos são os relatos de avistamento de discos voadores, contato com criaturas místicas da natureza e seres intraterrenos. Andando pelas ruas de pedra, diversas estátuas e pinturas contam as lendas do vilarejo, que possui figuras icônicas…

via Permacultura em São Thomé das Letras-MG — Jardim do Mundo

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O FUTURO DO PLANETA É A AUTOSSUSTENTABILIDADE…

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Complexo residencial futurista com fazenda urbana na Índia

Por:  Redação O Futuro Das Coisas

 

O arquiteto belga Vincent Callebaut continua surpreendendo com seu estilo notável de arquitetura sustentável futurista.

Essa semana ele divulgou o projeto de um complexo residencial que será erguido na Índia, chamado Hyperions em referência à árvore mais alta do mundo (a sequoia), com 115 metros de altura.

O Hyperions será um aglomerado de torres conectadas feitas de madeira incluindo uma fazenda urbana. Não somente a construção pretende ser eco-sustentável como o funcionamento do complexo em si conseguirá produzir mais energia do que consome num sistema de circuito fechado.

Proposto para Jaypee City perto de Nova Delhi na Índia, o Hyperions além da arquitetura diferenciada com torres ajardinadas também insere o conceito de agricultura urbana em um bairro notoriamente sufocado por concreto e poluição.

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Crédito: Vincent Callebaut Architectures

Projetado em colaboração com o agroecologista Amlan Kusum, o Hyperions foi concebido para atingir dois objetivos principais: descentralização energética e desindustrialização dos alimentos. O resultado combina a agricultura urbana, materiais de base biológica, e planejamento de uso misto e autossuficiente.

O projeto compreende seis torres de 36 andares cada uma. Haverá uma rede de pontes suspensas para que os residentes se desloquem entre as torres as quais serão construídas com madeira de origem sustentável vinda de uma floresta em Delhi. Reforçadas com aço, as torres de madeira apoiam-se sobre uma subestrutura de aço e concreto projetada para resistir a terremotos e tirando proveito da inércia térmica da Terra para o aquecimento e refrigeração natural.

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Crédito: Vincent Callebaut Architectures

Estão previstos mil apartamentos de tamanhos variados, moradia estudantil, áreas sociais, incubadoras de empresas e espaços de escritório e de co-working. Os móveis serão feitos a partir de materiais naturais e reciclados.

Callebaut diz que as torres vão ter extensa vegetação e os residentes poderão cultivar seus próprios vegetais em varandas, fachadas, telhados, e em estufas especializadas. As áreas serão integradas com os espaços agrícolas, e os arquitetos estimam que cada metro quadrado poderá produzir 20 quilos de frutas e vegetais que serão vendidos através de lojas locais de comércio justo.

O projeto também prevê a produção de peixes, além de pequenas fazendas com gado dentro das torres.

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Crédito: Vincent Callebaut Architectures

O projeto foi concebido para conseguir uma pegada ambiental zero com um sistema de reciclagem que cuida da água cinza, da água negra, e do desperdício de alimentos no local. A energia para os edifícios é gerada através de turbinas eólicas e de sistemas fotovoltaicos.

“Nós agricultores urbanos’ defendemos que a conversão da agricultura mundial em técnicas orgânicas e a construção com origem biológica poderia reduzir as emissões mundiais de CO2 em cerca de 40% até 2030”, escrevem os designers do projeto. “Solidariedade, justiça e simbiose correta das ações humanas sobre a natureza: Esses são os nossos valores éticos”.

Callebaut garantiu à Gizmag que o projeto será concluído até 2022. Será interessante ver como ele ficará quando estiver pronto.


Fonte: Vincent Callebaut Architectures

Via: O futuro das coisas | Inovação | Complexo residencial futurista com fazenda urbana na Índia

UM TRABALHO CONJUNTO DO HOMEM COM A NATUREZA…

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Agroflorestas – A agricultura do Futuro

Por: Tulio Kengi Malaspina em Vida Verde

 

Para nós, brasileiros, a coisa mais comum de se ver pelas terras do nosso país é a monocultura de plantas que ninguém come, como a cana de açúcar, eucalipto e soja. Sabemos que a cana é combustível, o eucalipto é madeira e a soja é alimento das vacas, essa última nós comemos.

Não é novidade para ninguém (ao menos não deveria ser) que a monocultura extensiva agride o solo e o ecossistema, causando um desequilíbrio no ambiente, o que gera mudanças climáticas e na composição do solo.

Dessa forma, os agricultores usam cada vez mais fertilizantes para suprir a falta de nutrientes, o que volta a agredir o solo e, pior, o lençol freático. Estudos de solo na Amazônia classificaram-no como arenoso, ruim, pobre. E como se explica que todas aquelas plantas possam retirar nutrientes desse solo pobre?

A resposta está no sistema que as plantas criam com sua biodiversidade, nutrindo o solo com matéria orgânica, gerando um ambiente ideal para os animais, que participam da fertilização das novas plantas e ainda o controle da temperatura dentro do ambiente protegido pelas árvores. Essa biodiversidade é uma capa proteção viva para proteger a vida dos seus habitantes.

Agroflorestas

Durante os últimos anos tenho ouvido muito falar sobre um cultivo diferente, que é baseado na produção de um sistema similar ao de uma floresta para que as plantas possam se ajudar na formação de um ecossistema biodiverso ideal para o cultivo em qualquer solo brasileiro, até mesmo os mais áridos.

Essa técnica, conhecida como Agroflorestação, parte do princípio de utilizar a característica de cada planta, desde grandes árvores até trepadeiras e hortaliças, para a criação de um ecossistema completo, aumentando muito a produtividade de cada metro cúbico de terra. A técnica também leva em conta a região da plantação, adotando plantas nativas ou de fácil adaptação.

Entrevista com Ernest Göestch

Leia uma entrevista com Ernest Göestch uma das autoridades no assunto  realizada pelo Jornal da Biosfera.

JBio: Tecnicamente a agrofloresta é viável?
Ernst: Não só viável, como de menor custo e maior lucro. As técnicas tradicionais de agricultura, como o fogo, a capina e o arado são substituídas por uma convivência harmoniosa e criativa com as espécies, que cria um sinergismo lucrativo. O que regra as relações é que cada espécie aumenta a quantidade e qualidade de vida se cada uma cumprir a função prevista para ela. O homem não é inteligente, ele faz parte de um sistema inteligente. Se trabalharmos com o potencial dos sistemas, a presença humana deixa de ser inoportuna. Trata-se simplesmente de criar plantações com dinâmica parecida com os ecossistemas locais.

JBio: Na prática, como funciona o sistema de agrofloresta?
Ernst: Um principio é a diversidade , outro é o uso dinâmico da sucessão natural. No mesmo dia e local em que plantássemos o arroz, plantaríamos o milho, bananas, mandioca, guandu e mamão, todos em densidade como se fossem para monocultivo e árvores de todo tipo, em alta densidade, dez sementes por metro quadrado. A agrofloresta é um ser vivo, que tem relações de criadores e criados, os que tem ciclo de vida curto são criadores, como milho, feijão e mandioca. Os criados são os de ciclo longo, as árvores, por exemplo. Usamos uma estratégia revertida, principalmente em terrenos que não estão preparados. Começamos com as espécies menos exigentes, ao contrário do processo habitual, que parte da queima e uso da terra até seu esgotamento. A queimada leva a uma escala descendente de aproveitamento do solo, com plantio de espécies exigentes nos primeiros anos, um esgotamento rápido do solo e o plantio de espécies cada vez menos exigentes. Sem a queima, o processo é revertido, enriquece-se o solo com as espécies menos exigentes e inicia-se a capitalização para o plantio posterior das espécies mais exigentes.

JBio: A agrofloresta pode dar resposta a uma agricultura voltada para o consumo de massas?
Ernst: Sim. Uma grande empresa multinacional, há três anos, concluiu que agricultura não deve ser negócio para grandes empresas, mas para pequenos produtores, agricultura familiar. Passaram a investir em seringais consorciados em agroflorestas, com cacau, açaí e produtos de subsistência. Aliado às espécies silvestres, o homem teria muito mais oferta protéica, inclusive, do que criando bois. Sem o uso de fogo, que é uma ironia, porque resulta na expulsão da espécie humana. As pesquisas indicam que a implantação de agroflorestas não diminui a produtividade relativa de cada espécie plantada. Uma experiência na Bolívia resultou em quatro a cinco por cento menos de arroz do que se fosse em monocultivo, mas três meses depois, colheu-se o mamão, mais três meses, sem nenhum trabalho além de colher, obteve-se uma segunda colheita pequena de arroz, com um ano e dois meses veio a banana, depois a mandioca, com dois anos e pouco os primeiros cacaueiros, e com quatro anos os primeiros resultados florestais, em frutíferas e madeiras.

JBio: Uma mudança mais geral nos paradigmas da agricultura, na direção destes princípios agroflorestais. Você acha possível? Em quanto tempo?
Ernst: As mudanças de paradigmas são processos lentos e são favorecidos por pressões da própria natureza. No Brasil, com seus ecossistemas ricos, os riscos de colapso podem demorar, mas existem sinais claros de que chegarão. É mais gratificante ver numa agrofloresta próspera o superávit e a função humana como dispersora e não devastadora. Existem experiências centenárias, como a cafeicultura sombreada na América Central, consorciada a cítricos e diversas árvores, derrubados como obsoletos e substituídos por sistemas de monocultura. Agora teremos que fazer o caminho de volta para a natureza. De volta às matas e a um tipo de consciência que devolverá ao homem sua condição de espécie amorosa e cooperativa.

Ernst Götsch – Fazenda Olhos d’Água – Piraí do Norte – BA CEP 45.436-000
Fonte: Jornal da Biosfera n.12 – Nov/Dez 2002

Série de Videos

Quem se interessou pelo assunto e quer conhecer outros exemplos dessa prática, existe uma série de quatro vídeos de nove minutos no youtube. Assista abaixo (Caso esteja lendo via e-mail ou Feed/RSS clique aqui para ver o video.)

Via: Agroflorestas – A agricultura do Futuro | Coletivo Verde

BOM  PARA O HOMEM E BOM PARA A BIODIVERSIDADE…

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Sistemas Agroflorestais (SAFs):

realizando o casamento entre agricultura e floresta- II

Por: Planeta Orgânico

Benefícios Gerados pelos Sistemas Agroflorestais

Os sistemas agroflorestais, além de variáveis, são muito flexíveis, permitindo a utilização de espécies e ecossitemas de todo o mundo. Essa flexibilidade, ao mesmo tempo em que gera uma liberdade de ação para o produtor, impossibilita apelação a qualquer tipo de manual ou “receita” sobre qual a melhor maneira de se implantar e conduzir o sistema. Para cada local deve ser encontrado um manejo específico e preferencialmente baseado nos princípios agroecológicos, a fim de garantir a produção de alimentos de alta qualidade biológica aliada à uma estabilidade ecológica e sócioeconômica da produção no longo prazo. Ajustando-se de acordo com o tamanho da propriedade e com o nível econômico dos gerenciadores do sistema, os SAFs podem atender desde agricultores familiares em pequenos hortos caseiros até grandes empresas em plantações florestais.

De acordo com os pesquisadores Eduardo Mendonza e Maria Bertalot, os benefícios gerados pelos SAFs, podem ser divididos em dois aspectos: biológico e socioeconômico. Veja, a seguir, cada aspecto descrito com detalhes.

Aspectos biológicos
  • Otimização na utilização do espaço da propriedade pelo aproveitamento dos diferentes estratos verticais (vegetação rasteira, arbustos, árvores altas), resultando em maior produção de biomassa (quantidade de matéria orgânica gerada pelas plantas).
  • Melhoramento das características químicas, físicas e biológicas do solo. Isso ocorre graças à decomposição e incorporação da matéria orgânica e penetração das raízes das árvores no solo. Os diferentes comprimentos de raízes existentes no solo, com a presença de árvores, auxiliam também na redução potencial da erosão.
  • A produção total obtida de uma mistura de árvores e culturas agrícolas ou criações de animais é freqüentemente maior que a produzida nas monoculturas.
  • Tem maior facilidade em se adaptar a um manejo agroecológico, ‘a medida em que a diversidade de espécies torna todo o sistema mais vigoroso, dispensando o uso de agrotóxicos e fertilizantes sintéticos.
  • Reduz o risco de perda total da cultura principal, já que os possíveis ataques de pragas e doenças são distribuídos entre várias espécies de plantas, diminuindo os danos à cultura de maior valor comercial.
  • Permite o uso econômico da sombra. O rebanho bovino, assim como culturas como o café e o cacau, se beneficiam da sombra de outras árvores.
Aspectos Econômicos e Sociais:
  • Fornecimento de uma maior variedade de produtos e/ou serviços da mesma área de terra. Estes produtos podem ser: alimentos, lenha, adubo verde, plantas medicinais e ornamentais, sombra, quebra-ventos e embelezamento da paisagem.
  • Promove uma distribuição mais uniforme do serviço e da receita gerada, devido a um trabalho contínuo e à obtenção de diversas colheitas.
  • A diversidade de produtos colhidos reduz dois tipos de risco: o de impacto econômico derivado da flutuação de preços no mercado e o de perda total da colheita, quando se tem uma única cultura.
  • A associação de culturas anuais (como grãos) ou de ciclo curto (como hortaliças) juntamente com as árvores reduz os custos de implantação do sistema agroflorestal. No longo prazo o custo também é minimizado quando as árvores começam a gerar produtos comercializáveis, como madeira e frutas, por exemplo.

Via: Sistemas Agroflorestais (SAFs): « Planeta Orgânico


Neste Chão Tudo Dá

Publicado por: Laércio Almeida
Enviado em 25 de jan de 2012

Versão reduzida do documentário realizado por Felipe Pasini, Ilana Nina e Monica Soffiatti. “Neste Chão Tudo Dá – semeando conhecimento e colhendo resultados” é um registro informal realizado durante uma viagem pela Bahia sobre o trabalho e o pensamento do agricultor e pesquisador Ernst Gotsch. Além disso, ainda conhecemos a vida de agricultores que conseguiram aumentar a qualidade de vida de suas familias através da prática agroflorestal

Categoria:  Sem fins lucrativos/ativismo
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Música: “Not What They Seem” por Michael Blumenstock (Google PlayiTunes)

Via: Neste Chão Tudo Dá – YouTube

O QUE É UMA AGROFLORESTA…

agrofloresta

Sistemas Agroflorestais (SAFs):

realizando o casamento entre agricultura e floresta – I

Por: Planeta Orgânico

  I) Introdução

O termo “agrofloresta” foi criado para designar um uso especial da terra que envolve o manejo intencional de árvores. Através da introdução e mistura de árvores ou arbustos nos campos de produção agrícola ou pecuária, obtem-se benefícios a partir das interações ecológicas e econômicas que acontecem nesse processo. Existem muitas variações nas práticas que caem na categoria de agrofloresta: na agrossilvicultura, as árvores são combinadas com culturas agrícolas; em sistemas silvopastoris, elas são combinadas com produção animal e em sistemas agrossilvopastoris o produtor maneja uma mescla de árvores, culturas e animais. Cabe ressaltar que a incorporação de árvores em sistemas de produção de alimentos é uma prática com longa história. Isto é especialmente verdadeiro em regiões tropicais e subtropicais do planeta, nas quais os produtores manejam árvores e animais juntamente com a atividade agrícola, a fim de satisfazerem suas necessidades básicas de alimento, madeira, lenha, forragem e para ajudar na conservação dos recursos naturais disponíveis na propriedade (solo, água, biodiversidade, entre outros). O ponto em comum entre a Agroecologia e os sistemas agroflorestais reside no objetivo: ambos pretendem otimizar os efeitos benéficos das interações que ocorrem entre as árvores, os cultivos agrícolas e animais, obter a maior diversidade de produtos, diminuir a necessidade de insumos externos e reduzir os impactos ambientais negativos da agricultura convencional. Esta afinidade de objetivos possibilita que os sistemas agroflorestais inseridos num contexto agroecológico de produção contribuam significativamente para o desenvolvimento equilibrado, integrado e duradouro tanto da paisagem natural quanto das comunidades humanas que nela habitam.

2) Classificação dos Sistemas Agroflorestais

Considerando a distribuição no espaço e no tempo dos componentes (plantas e animais) de um sistema, os sistemas agroflorestais são classificados em:

1 – Sequenciais: Relação cronológica entre as colheitas anuais e os produtos arbóreos; os cultivos agrícolas e as árvores implantadas se sucedem no tempo.
Exemplo: Sistema chamado Taungya:

A cultura de milho pode ser intercalada com árvores como seringueira e euclipto
A cultura do milho pode ser intercalada com as árvores, como seringueira e eucalipto

– 1º ano: Plantio de culturas anuais (milho, feijão, por exemplo) intercalada com mudas plantadas de árvores (seringueira, eucalipto, por exemplo).
– 2º e 3º anos: Faz-se uma rotação de culturas agrícolas anuais, realizam-se as colheitas e as vendas dos produtos para gerar receita enquanto as árvores crescem.
– A partir do 3º ano: Forma-se um bosque jovem, o produtor pode plantar outras espécies de árvores que crescem bem na sombra deste bosque (como as árvores de madeira de lei), ou apenas aguardar o crescimento das árvores. O tempo de extração da madeira ou de qualquer outro produto florestal (látex, flores, folhas, resina, etc.) dependerá da espécie e da região escolhidas.

2 – Simultâneos: Integração simultânea e contínua de cultivos anuais ou perenes, árvores para obtenção de madeira, frutíferas ou de uso múltiplo (para fornecer proteínas e sombra para animais, por exemplo).

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Sombreiro: árvore de altura mediana. A copa larga e frondosa é excelente para sombreamento, justificando bem o nome popular

Exemplo: Cultivo em faixas ou aléias (Alley Cropping)

a) Plantam-se no mesmo ano árvores + culturas perenes (ciclo de produção acima de 3 anos): cultura sombreada (café, cacau, urucum, por exemplo), árvore que fornecerá sombra (ipê, palmito, cardamomo, sombreiro, cedro, etc.), geralmente fornecedora de madeira.

b) Plantam-se no mesmo ano culturas anuais (soja, milho, mandioca, feijão, arroz, entre outros) e espécies arbóreas leguminosas, capazes de fixarem o nitrogênio do ar e colocarem (pela decomposição de folhas que caem) este nutriente disponível para o cultivo agrícola.

3 – Cercas Vivas ou Quebra-Ventos: 

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Ao funda da plantação, vê-se uma faixa de eucalipto.

Fileiras de árvores que podem delimitar uma propriedade ou servir de proteção para outras plantas ou sistemas agrícolas integrados.
Exemplo: Implantação de faixas de eucalipto em torno de uma plantação de café, ou uma lavoura de milho.

Clique aqui para saber os
Benefícios Gerados pelos Sistemas Agroflorestais

Via: Sistemas Agroflorestais (SAFs): « Planeta Orgânico


Aula prática completa de Agrofloresta com o Mestre Ernest

Publicado por: gabaolakota
em 8 de mai de 2012

Ernest é um dos maiores entendidos de agrofloresta que moram no Brasil. Este vídeo traz uma super aula de manejo agroflorestal. Bom proveito e espalhe o conhecimento!

Categoria: Ciência e tecnologia
Licença: padrão do YouTube

Via: Aula prática completa de Agrofloresta com o Mestre Ernest – YouTube

 

VISANDO UM PLANETA MAIS SAUDÁVEL…

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Estudo mostra que agricultura orgânica pode alimentar o mundo inteiro

A produção orgânica pode ser rentável, ao mesmo tempo em que melhora as condições ambientais e dos trabalhadores.

Um estudo feito pela Universidade Estadual de Washington, EUA, mostrou que a agricultura orgânica pode ser usada para alimentar de maneira eficiente toda a população mundial. O relatório mostra que com este tipo de produção é possível ter rendimentos suficientes aos produtores, ao mesmo tempo em que melhora as condições ambientais e dos trabalhadores rurais.

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